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Acervo / Trajetórias da Seleção
Dino Sani
Meio-campista
Atuações, não convocações. Gols contra excluídos do total individual; vitórias sem decisão por pênaltis. A estreia considera todo o acervo. Ver partidas ↓
01 / Wikipédia & Wikidata
Dino Sani (São Paulo, 23 de maio de 1932) é um ex- treinador e ex- futebolista brasileiro que atuava como volante. É o jogador campeão do mundo mais velho que ainda está vivo.
Com suas roubadas de bolas e seus passes precisos, foi um dos maiores volantes da história do São Paulo e do Milan. Era conhecido por sua habilidade com a bola no pé, pela técnica, inteligência nos passes e criatividade na armação das jogadas.
Começou sua carreira no Palmeiras, foi emprestado ao XV de Jaú e depois passou pelo Comercial, onde jogou ao lado de Gino Orlando.
Em seguida foi para o São Paulo, um ano depois que seu companheiro Gino seguira esse caminho, onde se destacou. Foi campeão paulista em 1957. Inicialmente jogava mais avançado, mas depois tornou-se um grande volante, sendo tricampeão pela Seleção Paulista em 1955 e indo para a Seleção Brasileira que foi campeã do mundo em 1958. Iniciou a Copa de 1958 como titular, mas foi substituído por Zito depois que se machucou na véspera do jogo contra a União Soviética.
Depois atuaria na Argentina (no Boca Juniors, ao lado de cinco brasileiros do nível de Almir Pernambuquinho e Paulo Valentim) e na Itália (campeão europeu pelo Milan), onde se tornou grande admirador de Alfredo Di Stéfano, o único comparável a Pelé, segundo Dino Sani.
Encerrou a carreira no Corinthians depois de jogar três anos, assumindo o cargo do treinador Osvaldo Brandão quando foi desafiado por este a fazê-lo.
Na carreira como técnico, Dino Sani lançou vários craques do futebol brasileiro como Paulo Roberto Falcão (que dizia que tinha seu estilo), Carpegiani, Cláudio Duarte, Leandro, Rubén Paz e Dunga. Também era considerado um excelente montador de equipes — foi ele quem armou o time do Internacional bicampeão brasileiro em 1975 e 1976. Como treinador do Palmeiras, indicou o atacante Jorge Mendonça e o centroavante catarinense Toninho para o clube, montando o time campeão paulista de 1976. No entanto, deixou o cargo antes dos jogos finais, sendo substituído pelo ex-craque Dudu. Dino Sani comandou o Peñarol entre 1977 e 1980, sagrando-se bicampeão uruguaio. Também participou da formação da equipe do Coritiba que foi campeão brasileiro em 1985, mas deixou o time para comandar a Seleção do Catar.
Amigo de João Saldanha, foi-lhe oferecido o cargo de treinador da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo FIFA de 1970 quando ele foi demitido, mas não aceitou.
É descendente de funcionários das Indústrias Matarazzo emigrados de Ferrara e Toscana.
Ao completar 75 anos, foi homenageado por um programa especial da série Grandes Momentos do Esporte, da TV Cultura. Já no aniversário de 79 anos, recebeu uma caricatura estilizada de presente.
Wikipédia — colaboradores de Dino Sani. CC BY-SA 4.0
Vínculos registrados no Wikidata; podem incluir seleção e categorias de base. Período aberto não comprova vínculo atual.
Menções extraídas da Wikipédia, em revisão editorial.
Campeonato Paulista : 1950
Fonte ↗︎Campeonato Paulista : 1957
Fonte ↗︎Campeonato Italiano : 1961–62
Fonte ↗︎Taça dos Campeões Europeus : 1962–63
Fonte ↗︎Torneio Rio–São Paulo : 1966
Fonte ↗︎Copa do Mundo FIFA : 1958
Fonte ↗︎Campeonato Gaúcho : 1971 , 1972 , 1973 e 1983
Fonte ↗︎Campeonato Uruguaio : 1978 e 1979
Fonte ↗︎Wikipédia e seus colaboradores · CC BY-SA 4.0.
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