Amistoso
Derrota · OficialBrasil0Portugal1
Lisboa – Portugal

Acervo / Trajetórias da Seleção
Gylmar dos Santos Neves
guarda-redes
Atuações, não convocações. Gols contra excluídos do total individual; vitórias sem decisão por pênaltis. A estreia considera todo o acervo. Ver partidas ↓
01 / Wikipédia & Wikidata
Gylmar dos Santos Neves, mais conhecido como Gilmar, (Santos, 22 de agosto de 1930 — São Paulo, 25 de agosto de 2013) foi um futebolista brasileiro que atuava como goleiro.
Bicampeão mundial pela Seleção Brasileira e amplamente considerado o maior goleiro brasileiro e um dos maiores de toda a história, foi votado como um dos 20 maiores goleiros do século XX, pela IFFHS. É o único em sua posição a vencer mais de uma Copa do Mundo. Também era conhecido por ter usado, durante a Copa do Mundo de 1958 na Suécia, a camisa n° 3 na Seleção. Foi a inspiração do goleiro soviético Lev Yashin.
Nascido no bairro do Macuco, aos 15 anos iniciou sua carreira de goleiro jogando na meta do time amador dos Portuários, equipe da Cia. Docas de Santos. Aos 19 anos era conhecido como “Cabo Neves” quando participou do Exército Nacional.
Gilmar saiu do Jabaquara e foi para o Corinthians, em 1951. Os dirigentes do clube paulistano queriam outro jogador do clube santista, o meio-campista Ciciá, que o Jabaquara só aceitou vender se o clube levasse Gilmar de contrapeso. Inicialmente reserva e até terceira opção, estreou no Timão em 26 de maio de 1951, em amistoso contra o Madureira vencido por 8x2. O fogador oi considerado o principal culpado pela derrota por 7 a 3 (25 de novembro de 1951) contra a Portuguesa de Desportos pelo Campeonato Paulista. Depois de quatro meses voltaria a defender a meta alvinegra, para se consagrar campeão paulista, ainda como reserva.
Voltaria a ser titular em abril do ano seguinte, num amistoso contra o Radium, em Mococa. Aos poucos foi conquistando seu espaço e ganhando títulos. Durante seus dez anos no Corinthians, conquistou os títulos do Torneio Rio-São Paulo de 1953, 1954 e Pequena Taça do Mundo, os Campeonatos Paulistas de 1951, 1952 e 1954, este último no qual festejava-se o IV centenário da cidade de São Paulo e foi condecorado com o título de "supremo guardião do campeão do quarto centenário".
Em 1961, após dez anos, ele se despediu do Corinthians, em meio a brigas com o presidente Wadih Helou, que o acusava de corpo mole durante os primeiros anos de fila do clube paulistano. Foram 396 jogos vestindo a camisa alvinegra. Se transferiu para o Santos FC, onde fez sua estreia na meta santista no dia 7 de janeiro de 1962, diante do Barcelona de Guayaquil, no Equador em amistoso vencido pelo Peixe pelo placar de 6 a 2.
Foi uma fase muito vitoriosa, conquistando os Campeonatos Paulistas de 1962, 1964, 1965, 1967 e 1968, as Taças Brasil de 1962, 1963, 1964 e 1965, as Taças Libertadores da América de 1962 e 1963, os Taça Intercontinental de 1962 e 1963, os Torneios Rio-São Paulo de 1963, 1964, e 1966, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1968 e, a Recopa dos Campeões Intercontinentais de 1968.
Em 1966, recebeu o troféu Belfort Duarte, ofertado aos atletas mais disciplinados dentro dos gramados. Sua última atuação pelo clube foi no dia 5 de outubro de 1969, na derrota diante do Cruzeiro por 3 a 2, no Torneio Roberto Gomes Pedrosa no Morumbi.
Gilmar estreou na Seleção Brasileira em 1 de março de 1953, na vitória de 8 a 1 sobre a Bolívia, válida pelo Campeonato Sul-Americano, disputado no Peru. Assim como nos clubes em que passou, Gilmar também fez história na Seleção do Brasil. Em 1958, ajudou a Seleção Brasileira a conquistar a sua primeira Copa do Mundo. Em 1962, repetiu o feito conquistando sua segunda Copa do Mundo com a Seleção Brasileira. Em 1966, Gilmar também estava lá, sem ter a mesma glória dos anos anteriores, embora tivesse jogado duas partidas, e mais tarde seria substituído por Haílton Corrêa de Arruda, o Manga. Gilmar jogou pela Seleção Brasileira até 1969, sendo a vitória de 2 a 1 contra a Inglaterra, em 12 de junho, num amistoso disputado no Maracanã, sua última partida pela seleção.
De acordo com o geólogo Adriano Diogo, Gilmar era despachante do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna).
Foi diretor do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo entre 1999 e 2000, durante o mandato do ex- prefeito Celso Pitta. Em 2000 foi Secretário interino de Esportes, época em que sofreu um AVC.
(1): dividido com o Botafogo; (2): dividido com o Botafogo, o Corinthians e o Vasco da Gama.
Debilitado devido a um AVC sofrido em 2000, que deixou Gylmar com 40% de seu corpo paralisado, faleceu no Hospital Sírio Libanês em São Paulo em 25 de agosto de 2013 devido a um infarto.
O Jabaquara, Corinthians, Santos e a FIFA homenagearam Gylmar em seus sites oficiais.== Referências ==
Wikipédia — colaboradores de Gylmar dos Santos Neves. CC BY-SA 4.0
Vínculos registrados no Wikidata; podem incluir seleção e categorias de base. Período aberto não comprova vínculo atual.
Menções extraídas da Wikipédia, em revisão editorial.
Troféu Bandeirante : 1952
Fonte ↗︎Taça dos Invictos :1956, 1957
Fonte ↗︎Taça Prefeitura Municipal de São Paulo : 1953
Fonte ↗︎Torneio de Brasília : 1958
Fonte ↗︎Torneio Internacional Charles Miller : 1955
Fonte ↗︎Copa do Atlântico de Clubes : 1956
Fonte ↗︎Campeonato Paulista : 1951, 1952 , 1954
Fonte ↗︎Torneio Rio-São Paulo : 1953 e 1954
Fonte ↗︎Pequena Taça do Mundo : 1953
Fonte ↗︎Copa do Mundo : 1958 e 1962
Fonte ↗︎Campeonato Paulista : 1962 , 1964 , 1965 , 1967 , 1968
Fonte ↗︎Campeonato Brasileiro : 1962 , 1963 , 1964 , 1965 e 1968
Fonte ↗︎Taça Libertadores da América : 1962 e 1963
Fonte ↗︎Copa Intercontinental : 1962 e 1963
Fonte ↗︎Torneio Rio-São Paulo : 1963 , 1964 ¹ e 1966 ²
Fonte ↗︎Recopa dos Campeões Mundiais : 1968
Fonte ↗︎(1): dividido com o Botafogo ; (2): dividido com o Botafogo, o Corinthians e o Vasco da Gama .
Fonte ↗︎Wikipédia e seus colaboradores · CC BY-SA 4.0.
Menções extraídas da Wikipédia, em revisão editorial.
Em 1966 ganhou o Prêmio Belfort Duarte , que homenageava o jogador de futebol profissional que passasse dez anos sem sofrer uma expulsão, tendo jogado pelo menos 200 partidas nacionais ou internacionais.
Fonte ↗︎Seleção de Todos os Tempos do Brasil ( IFFHS ): 2021.
Fonte ↗︎Wikipédia e seus colaboradores · CC BY-SA 4.0.
Dados estruturados: Wikidata ↗︎ · CC0. A cobertura pode ser parcial.
02 / Outros olhares
Nas fontes selecionadas pelo Clube · Mais recentes primeiro
Nenhuma notícia identificada nas fontes consultadas nos últimos 180 dias.
Até cinco notícias automáticas dos últimos 180 dias, além dos links selecionados pela redação · Última consulta em 01/11/2026, 05:23 (Recife).
03 / O nosso olhar
Artigos, crônicas, narrativas visuais, programas e cortes.
Ainda não há conteúdos vinculados a esta pessoa.
O acervo / Jogo a jogo
Amistoso
Derrota · OficialLisboa – Portugal
Copa Roca
Vitória · OficialRio de Janeiro – Brasil
Copa Roca
Derrota · OficialSão Paulo – Brasil
Copa do Mundo
Vitória · OficialSantiago – Chile
Copa do Mundo
Vitória · OficialSantiago – Chile
Copa do Mundo
Vitória · OficialViña del Mar – Chile
Copa do Mundo
Vitória · OficialViña del Mar – Chile
Copa do Mundo
Empate · OficialViña del Mar – Chile
Copa do Mundo
Vitória · OficialViña del Mar – Chile
Amistoso
Vitória · OficialSão Paulo – Brasil
Amistoso
Vitória · OficialRio de Janeiro – Brasil
Amistoso
Vitória · OficialRio de Janeiro – Brasil